Agora com a vez de Rosana coreografar, o grupo Zambi Odara, está em fase de ensaios e aperfeiçoamento nas novas coreografias.
terça-feira, 12 de abril de 2011
Produção de Arte: A liberdade nos traços!
Esta seção de produção de arte é uma obra do aluno Marcelo de Jesus Ferreira, aluno do 2º periodo dos anos Finais da Escola Estadual Cesar Lombroso. Marcelo, vivendo a sua vida condicional no sistema semi aberto prisional, além de um grande desenhista, tem se desempenhado na arte do teatro e da musica. Este rapaz de 23 anos é um exemplo de talento a ser divulgado. O seu potencial há de ser explorado... Sucesso!!!!
Prof. Luciano G. dos Santos
Abril / 2011
domingo, 6 de março de 2011
PAI NOSSO (Baba Yetu)
Pai Nosso (Baba Yetu)
REFRÃO:
Pai Nosso, Jesus que estas no Céu. Amém!
Pai Nosso, Jesus
Santificado seja o Teu Nome.
Pai Nosso, Jesus que estas no Céu. Amém!
Pai Nosso, Jesus
Santificado seja o Teu Nome.
Nos dai hoje o pão de cada dia,
Perdoai-nos as nossas ofensas.
Assim como nós perdoamos outros
A quem nos tem ofendido
Não nos deixeis cair em tentação, mas
livrai-nos do mal, para sempre!
REFRÃO
Seu reino vem, será feito o seu
Na Terra como no céu. (Amém)
REFRÃO
Nos dai hoje o pão de cada dia,
Perdoai-nos as nossas ofensas.
Assim como nós perdoamos outros
A quem nos tem ofendido
Não nos deixeis cair em tentação, mas
livrai-nos do mal.
Pai Nosso, Jesus que estas no Céu.
Santificado seja o teu nome. (2x)
BABA YETU (Pai Nosso)
Baba Yetu
CHORUS
Baba yetu, yetu uliye
Mbinguni yetu, yetu, amina!
Baba yetu, yetu, uliye
Jina lako litukuzwe.
(x2)
Utupe leo chakula chetu
Tunachohitaji utusamehe
Makosa yetu, hey!
Kama nasi tunavyowasamehe
Waliotukosea usitutie
Katika majaribu, lakini
Utuokoe, na yule, milelea milele!
CHORUS
Ufalme wako ufike utakalo
Lifanyike duniani kama mbinguni. (Amina)
CHORUS
Utupe leo chakula chetu
Tunachohitaji utusamehe
Makosa yetu, hey!
Kama nasi tunavyowasamehe
Waliotukosea usitutie
Katika majaribu, lakini
Utuokoe, na yule, simama mwehu
Baba yetu, yetu, uliye
Jina lako litukuzwe.
(x2)
sábado, 5 de março de 2011
Dança Afro e Dança dos Orixás
Dança Afro e Dança dos Orixás: em que elas se diferem
Além do candomblé há outras formas de inspirações para a dança afro
André Frutuôso
www.salvadordiario.com

OPINIÃO
Toda dança de orixá é uma dança afro, mas nem toda dança afro é uma dança de orixá. Não é raro encontrar pessoas que em pleno século XXI façam o sinal da cruz e exclamem: "Dança afro, Deus é mais"!
Dança de orixá é diferente da dança afro. Quando se pratica a dança dos orixás têm todo um ritual... Movimentos, palavras e som entram em sintonia para saudar, chamar ou cultuar cada divindade. Isso é um ato religioso praticado pelos adeptos ao culto, no qual a dança é só um dos itens que compõe a celebração.
É válido ressaltar que esses preceitos do culto afro religioso têm se folclorizado muito e adentrado as esferas mercadológicas, ou seja, existe um mercado de entretenimento em que a encenação do culto real é comercializado nos chamados shows folclóricos. A questão colocada em pauta aqui, não é fazer um juízo de valor se isso é certo ou errado, mas refletir até que ponto se pode levar os rituais das roças e dos barracões para cima dos palcos?
A dança afro que acontece pela cidade do Salvador é feita de maneira criativa e muito original, mas ao mesmo tempo igual. O cerne da dança afro, pelo menos na capital baiana, tem sido as histórias e símbolos dos orixás, no entanto, cada professor, de acordo seu grau de instrução, estudo e aperfeiçoamento técnico, tem dado uma identidade as suas aulas que difere das danças de preceito, e trazido uma leitura contemporânea dos movimentos afros, construindo assim a Dança Afro Brasileira Contemporânea.
Zumbi, Maria Felipa, Nelson Mandela, Barack Obama e mais outras personalidades negras não poderiam ser motivos de inspiração para trabalhos de dança afro? A dança afro transcende a questão das iabás e oborós, coletivos de orixás femininos e masculinos, respectivamente. É uma atividade política, histórica e social, alicerçada na negritude e expressa de maneira performática com movimentos corpóreos e músicas que representam o negro de ontem e hoje.
É necessário compreender que quando os tambores rufam, não são somente para entrar em contato com os deuses africanos, mas também para demonstrar os nossos anseios, dificuldades, mazelas, alegrias, conquistas, vitórias, emoções e mais outros sentimentos, pois dançar ao som dos atabaques, djambês, pandeiros, caxixis, ka
langu, xequerês e agogôs não fazem mal a ninguém.
http://www.salvadordiario.com/diversidades/cultura
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Maria, Mãe de Africa
MARIA, MÃE DE ÁFRICA
Nossa Senhora Mãe de Áfricarosto tão belo e puro
que sorri e chora
no peito das mulheres
da nossa terra.
Nossa Senhora, Mãe de África
coração de mulher
onde cabe o universo,
gravita sofrimento
abandono, amargura, desespero.
Nossa Senhora, Mãe de África
mulher semeada do alto,
terra virgem onde germina amor
ternura, solidariedade, paz.
Maria, nossa Mãe
ensina-nos abraçar contigo
a cruz deste sofrimento
sem fim que nos rodeia.
Maria, nossa Mãe
ensina-nos a celebrar contigo
as maravilhas da nossa terra,
do nosso ser mulher, igual a você.
Maria, nossa Senhora,
Mãe de África
Nossa Mãe.
Retirado de http://www.orsolinescm.it/pagina.asp?quale=223, 28/02/2011
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