domingo, 5 de junho de 2011

DANÇA AFRO... O QUE É?


          Dança afro-brasileira é a dança com característica africana, trazida com os escravos negros do continente africano, mesclando com danças indígenas, européias em terras brasileiras.

 O QUE É DANÇA AFRO-BRASILEIRA?              
A dança afro-brasileira é, ao mesmo tempo, rústica, agressiva, fervorosa e expressiva. Nosso método está estruturado sobre o próprio CORPO HUMANO, sua movimentação natural e espontânea. As possibilidades do corpo são infinitas. Existem, porém, padrões básicos que determinam estilos de ação corporal.
Vale ressaltar que a dança afro-brasileira, não possui respaldo técnico definido, nem escola formadora ou disciplinadora, como o "ballet clássico” , que segue na íntegra o modelo Russo. A dança afro-brasileira caracteriza-se, portanto, pela descontração e espontaneidade pessoal e individual do praticante, sem compromisso com técnica ou estilo e sim com sentimento que o move.



REFERÊNCIA:

Evandro Passos
 
Coreógrafo, bailarino, Jornalista
Pesquisador de cultura afro-brasileira e Africana
Prof. do Uni-bh

INSCRIÇÕES PARA NOVOS MEMBROS


ZAMBI ODARA

O Grupo Zambi Odara está admitindo, convidando e aceitando, pessoas que gostem e ou tenha interesse de dançar  ou tocar percussão.

Somo um grupo de dança afro e contemporanea. Dentre as danças:

* Dança Afro - dança com movimentos tribais e primitivos
* Samba de Roda - samba
* Maculele - dança com movimentos indigenas e africanos
* Contemporanea - com misturas de movimentos mais o afro
* Encenações e teatro - mais voltados para os eventos religiosos e sociais
* Outras

Instrumentos utilizados:

* Atabaque
* Tumbadora
* Agogo
* Pandeiro
* Chocalho
* Tamborin
* Outros

Mais informações e inscrições:

Luciano Santos (31) 9816-5455
Email: grupozambiodara@yahoo.com.br
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terça-feira, 12 de abril de 2011

TEMPO DE ENSAIO!

Agora com a vez de Rosana coreografar, o grupo Zambi Odara, está em fase de ensaios e aperfeiçoamento nas novas coreografias.

Produção de Arte: A liberdade nos traços!

Esta seção de produção de arte é uma obra do aluno Marcelo de Jesus Ferreira, aluno do 2º periodo dos anos Finais da Escola Estadual Cesar Lombroso. Marcelo, vivendo a sua vida condicional no sistema semi aberto prisional, além de um grande desenhista, tem se desempenhado na arte do teatro e da musica. Este rapaz de 23 anos é um exemplo de talento a ser divulgado. O seu potencial há de ser explorado... Sucesso!!!!

Prof. Luciano G. dos Santos
Abril / 2011

domingo, 6 de março de 2011

PAI NOSSO (Baba Yetu)

Pai Nosso (Baba Yetu)


REFRÃO:

Pai Nosso, Jesus que estas no Céu. Amém!
Pai Nosso, Jesus
Santificado seja o Teu Nome.
Pai Nosso, Jesus que estas no Céu. Amém!
Pai Nosso, Jesus
Santificado seja o Teu Nome.

Nos dai hoje o pão de cada dia,
Perdoai-nos as nossas ofensas.
Assim como nós perdoamos outros
A quem nos tem ofendido
Não nos deixeis cair em tentação, mas
livrai-nos do mal, para sempre!

REFRÃO

Seu reino vem, será feito o seu
Na Terra como no céu. (Amém)

REFRÃO

Nos dai hoje o pão de cada dia,
Perdoai-nos as nossas ofensas.
Assim como nós perdoamos outros
A quem nos tem ofendido
Não nos deixeis cair em tentação, mas
livrai-nos do mal.

Pai Nosso, Jesus que estas no Céu.
Santificado seja o teu nome. (2x)

BABA YETU (Pai Nosso)


Baba Yetu
CHORUS

Baba yetu, yetu uliye
Mbinguni yetu, yetu, amina!
Baba yetu, yetu, uliye
Jina lako litukuzwe.
(x2)

Utupe leo chakula chetu
Tunachohitaji utusamehe
Makosa yetu, hey!
Kama nasi tunavyowasamehe
Waliotukosea usitutie
Katika majaribu, lakini
Utuokoe, na yule, milelea milele!

CHORUS

Ufalme wako ufike utakalo
Lifanyike duniani kama mbinguni. (Amina)

CHORUS

Utupe leo chakula chetu
Tunachohitaji utusamehe
Makosa yetu, hey!
Kama nasi tunavyowasamehe
Waliotukosea usitutie
Katika majaribu, lakini
Utuokoe, na yule, simama mwehu

Baba yetu, yetu, uliye
Jina lako litukuzwe.
(x2)



sábado, 5 de março de 2011

Dança Afro e Dança dos Orixás

Dança Afro e Dança dos Orixás: em que elas se diferem
Além do candomblé há outras formas de inspirações para a dança afro

André Frutuôso
www.salvadordiario.com
 
OPINIÃO

Toda dança de orixá é uma dança afro, mas nem toda dança afro é uma dança de orixá. Não é raro encontrar pessoas que em pleno século XXI façam o sinal da cruz e exclamem: "Dança afro, Deus é mais"!

Dança de orixá é diferente da dança afro. Quando se pratica a dança dos orixás têm todo um ritual... Movimentos, palavras e som entram em sintonia para saudar, chamar ou cultuar cada divindade.  Isso é um ato religioso praticado pelos adeptos ao culto, no qual a dança é só um dos itens que compõe a celebração.

É válido ressaltar que esses preceitos do culto afro religioso têm se folclorizado muito e adentrado as esferas mercadológicas, ou seja, existe um mercado de entretenimento  em que a encenação do culto real é comercializado nos chamados shows folclóricos. A questão colocada em pauta aqui, não é fazer um juízo de valor se isso é certo ou errado, mas refletir até que ponto se pode levar os rituais das roças e dos barracões para cima dos palcos?

A dança afro que acontece pela cidade do Salvador é feita de maneira criativa e muito original, mas ao mesmo tempo igual. O cerne da dança afro, pelo menos na capital baiana, tem sido as histórias e símbolos dos orixás, no entanto, cada professor, de acordo seu grau de instrução, estudo e aperfeiçoamento técnico, tem dado uma identidade as suas aulas que difere das danças de preceito, e trazido uma leitura contemporânea dos movimentos afros, construindo assim a Dança Afro Brasileira Contemporânea.

Zumbi, Maria Felipa, Nelson Mandela, Barack Obama e mais outras personalidades negras não poderiam ser motivos de inspiração para trabalhos de dança afro? A dança afro transcende a questão das iabás e oborós, coletivos de orixás femininos e masculinos, respectivamente. É uma atividade política, histórica e social, alicerçada na negritude e expressa de maneira performática com movimentos corpóreos e músicas que representam o negro de ontem e hoje.

É necessário compreender que quando os tambores rufam, não são somente para entrar em contato com os deuses africanos, mas também para demonstrar os nossos anseios, dificuldades, mazelas, alegrias, conquistas, vitórias, emoções e mais outros sentimentos, pois dançar ao som dos atabaques, djambês, pandeiros, caxixis,  ka
langu,  xequerês e agogôs não fazem mal a ninguém.

http://www.salvadordiario.com/diversidades/cultura